Doge's Palace: tour guiado com entrada sem fila
★ 4.4 · 905 avaliações
- 1 hora - 75 minutos
- Visita guiada
- Aceita voucher móvel
- Cancelamento gratuito
O palácio
O Palácio Ducal não é um palácio no sentido comum. Foi sede de governo, tribunal supremo e prisão do Estado de uma república que durou mil anos, e o percurso no seu interior vai de salões dourados a celas nuas sem nunca sair do edifício. Esta página explica o que o bilhete abre, o que a visita cobre e o que deixa de fora.

Resposta rápida
O bilhete do Palácio Ducal é combinado: abre também o Museu Correr, o museu arqueológico e as salas monumentais da Biblioteca Marciana, na mesma praça. A maioria dos visitantes nunca usa os outros três. Uma visita guiada com bilhete incluído começa em €69 por cerca de uma hora, e €89 compra o palácio, as Prisões Novas e a Basílica de São Marcos em conjunto. Os Itinerários Secretos são um percurso guiado separado, ao qual nenhum bilhete comum dá acesso.
O que o palácio realmente era
Salas de conselho e celas no mesmo edifício, ligadas por uma ponte coberta.
A palavra palácio engana. O edifício à beira da água era a sede da República Veneziana: o doge vivia numa parte dele, mas o resto eram escritórios, salas de conselho, tribunais e celas, tudo sob o mesmo teto, o que era em si uma declaração política sobre como o Estado funcionava.
O percurso segue essa lógica. Entra-se pelo pátio, onde a escala se impõe, e sobe-se a Scala d’Oro — a escada dourada, que é exatamente o que o nome sugere e foi concebida para impressionar os embaixadores à chegada.
Lá em cima ficam as salas institucionais, e tornam-se progressivamente mais sérias: as antecâmaras onde se esperava, as salas do Conselho dos Dez e, por fim, a enorme sala do Grande Conselho — uma das maiores salas da Europa quando foi construída, com uma pintura mural de Tintoretto no fundo e os retratos de setenta e seis doges ao longo do topo das paredes. Um deles está tapado com um pano negro. Um guia dirá porquê, e é a melhor história do edifício.
Depois o percurso desce, atravessa a Bridge of Sighs e coloca-o nas Prisões Novas. Passar da sala do Grande Conselho a uma cela em dez minutos é o sentido de toda a visita, e é por isso que o palácio é mais interessante do que a sua reputação sugere.
O percurso
A visita padrão, que todas as visitas guiadas nesta página seguem.
Entra-se pelo lado da beira da água. A Escada dos Gigantes, com as suas duas estátuas, fica aqui, e foi onde o doge foi coroado.
A escada dourada, com estuques e dourados, construída para ser subida por pessoas que deviam sentir-se intimidados ao chegar ao topo.
As antecâmaras, a sala dos mapas, as salas do Conselho dos Dez. É aqui que o Estado realmente funcionava, e é a parte em que um guia mais acrescenta.
Cinquenta e três metros de comprimento, com o Tintoretto atrás do estrado e os retratos dos doges por cima. O que está tapado é Marino Faliero, e a história vale a espera.
Quatro salas, e melhor do que parece — armaduras de parada, bestas e muitas provas de como a República pensava a defesa.
Atravessada por dentro, que é o oposto de como todos a fotografam. A grade de pedra faz com que quase não se veja nada, e é esse o objetivo.
Celas do outro lado do canal, mais frias e mais despojadas do que tudo o resto no percurso, com graffiti ainda nas paredes.
O bilhete do palácio também dá acesso a outros três edifícios na Piazza. A maioria dos visitantes nunca os usa, e ninguém avisa à entrada.
O que os bilhetes da Piazza realmente incluem→Reserve direto
O tour com entrada sem fila, a versão de uma hora, o tour com as prisões e a nossa melhor escolha com a Basílica.
★ 4.4 · 905 avaliações
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★ 4.7 · 950 avaliações
★ 4.7 · 3,913 avaliações
Os Itinerários Secretos
Escritórios, a chancelaria e as celas de chumbo. Só com visita guiada, e a melhor hora do edifício.
Por trás das salas públicas há um segundo edifício: o aparelho administrativo da República, num labirinto de pequenos escritórios com painéis de madeira comprimidos entre as grandes salas e o telhado.
A visita aos Itinerários Secretos passa por eles. A chancelaria, onde se guardavam os documentos do Estado. A câmara de tortura, que é pequena e fria e menos teatral do que parece. E os Piombi — as celas sob o telhado de chumbo, quentes no verão e geladas no inverno, das quais Casanova escapou em 1756 subindo pelo teto e saindo por cima das telhas.
Funciona como visita guiada separada, num percurso fixo e com número limitado de pessoas, e não há versão do bilhete comum que dê acesso. Se é essa parte do palácio que lhe interessa, o guia não é a opção cara — é a única.
Que bilhete do palácio
Três formas de entrar no mesmo edifício, ordenadas para uma primeira visita.
€72
Três horas, os dois monumentos, os dois bilhetes. A reserva que resolve as duas filas mais longas da Piazza de uma só vez, e a mais avaliada deste site.
€89
Duas a três horas que abrangem o palácio, as celas do outro lado da Bridge of Sighs e a Basílica. 950 avaliações com 4,7, e a versão mais completa do palácio nesta página.
€69
As salas de estado e a ponte a bom ritmo. Não é a visita que escolheríamos, mas uma hora honesta lá dentro vale mais do que outra hora na praça.
Perguntas frequentes
Sim. O pátio, as salas de estado, o salão do Grande Conselho, a Ponte dos Suspiros e as Prisões Novas fazem todos parte do percurso normal com bilhete. A exceção são os Itinerários Secretos, que só existem com guia.
Uma hora numa visita guiada curta como a de €69, e duas a três horas num tour que inclua as Prisões Novas e a Basílica. Por conta própria, pode passar tranquilamente meia manhã.
Não num dia comum. A entrada é paga, e o bilhete é combinado, cobrindo vários museus da Piazza. Existem dias ocasionais de entrada gratuita nos museus estatais e civis italianos, mas são datas fixas, ficam cheios e não são motivo para planear uma viagem.
Se lhe interessa como a República funcionava na prática, sim — abre os escritórios, a chancelaria e as celas de teto de chumbo, nada disso incluído no percurso normal. Além disso, não pode ser visitado sem guia, o que resolve a questão para quem quer vê-los.
É um bilhete combinado dos museus da Piazza San Marco: o Palazzo Ducale, o Museu Correr, o Museu Arqueológico Nacional e as salas monumentais da Biblioteca Marciana. A maioria dos visitantes usa apenas o primeiro.
Sim, pelo interior, no percurso entre o palácio e as Prisões Novas. Vê-se muito pouco através da grade de pedra, o que era a intenção quando foi construída.
Para a maioria das pessoas, o tour de €72, que cobre o palácio e a Basílica de São Marcos com ambos os bilhetes. Se quiser as prisões em detalhe, €89.
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